É sabido que o bonsai também possui uma classificação segundo o tamanho (altura) e, por conseguinte, é importante sabermos como medi-los corretamente, especialmente se tivermos a pretensão de participar de algum concurso.
A título de ilustração, transcrevo uma dessas classificações e, para não causar polêmicas, ressalvo que trata-se apenas de um modelo seguido por algumas Escolas. Cabe às Federações e/ou Entidades representativas de cada país ou região a decisão de seguir padrões existentes ou estabelecer seus próprios padrões.
Até 2,5cm (1”) => Keshi Tsubu ( Miniatura de bonsai)
De 2,5 a 7,5 cm (1″ a 3”) => Shito Bonsai (Muito Pequeno)
De 7,5 a 15 cm (3″ a 6″) => Mame Bonsai (Mini)
De 15 a 25 cm (6″- 10″) => Shohin Bonsai (Pequeno)
De 25 a 40cm (10″ a 16″) => Kifu Bonsai (Médio)
De 40 a 60 cm (16″ a 24″) => Chu Bonsai (Meio-Grande)
De 60 a 100 cm (24″a 40″) => Dai Bonsai (Grande)
Acima de 100 cm (>40”) => Bonju (Bonsai de Jardim)
Meu objetivo neste post não é mostrar qual padrão deveremos seguir, mas simplesmente ilustrar como são efetuadas essas medidas:
Normalmente, a altura da árvore corresponde à medida entre a borda do vaso e o ápice…
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Escrito por Sergivaldo Costa
em 21 de setembro de 2009
Dá-se o nome de “misho” ao cultivo de bonsai a partir de sementes. De certa forma, todas as plantas que brotam espontaneamente na natureza são misho. Entretanto, essa designação é mais comumente utilizada para o plantio de sementes em terra especialmente preparada, de modo que se possa manter o controle da planta em seus vários estágios.
Apesar de ser um método que requer mais tempo e paciência, permite ao cultivador acompanhar o desenvolvimento da planta desde a germinação, observar seu crescimento, educá-la em conformidade com o estilo desejado, bem como ter o controle absoluto da idade da mesma.
Escolhi a jurema-branca (Pithecellobium dumosum) por ser uma espécie com excelentes características para a prática do bonsai: folhas e flores pequenas, adaptabilidade ao clima da região (nativa), fácil germinação, maleabilidade dos galhos e um desenvolvimento vigoroso das raízes.
A seleção das sementes é feita em duas etapas: primeiramente, uma catação manual, vez que muitas das sementes vem perfuradas por um inseto (broca) e, depois, colocadas em água fria (temperatura ambiente) durante 12 horas. As sementes férteis afundam e as que não germinam flutuam.
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Escrito por Sergivaldo Costa
em 13 de maio de 2009
Escrito por Sergivaldo Costa
em 13 de maio de 2009
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